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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

AVATAR (2009) WHATTA FUCK



WHATTA FUCK


Para começar, ‘Avatar’, ao contrário do mito que se criou, não revolucionou nada. Cameron não esperou por nenhuma tecnologia para fazer o filme. Esperou pelo upgrade da tecnologia, que é uma coisa bem diferente. O 3D já existia há mais de 60 anos, e o performance capture há mais de 10. Avatar é de 2009, contudo Gollum apareceu pela primeira vez em 2001, com a mesma tecnologia. Pode-se argumentar que Gollum é apenas uma personagem, mas é importante lembrar que, mais importante que o avanço do ‘Senhor dos Anéis’, no mesmo ano de 2001 ‘Final Fantasy’ foi um filme que apresentou todas as personagens animadas baseadas em atores reais, através da tecnologia do motion capture. Na altura, houve uma enorme controvérsia sobre a ética deste procedimento, incluindo até processos legais de sociedades de atores contra os criadores deste filme, temendo que o avanço da tecnologia torna-se o seu trabalho obsoleto, tal como os trabalhadores fabris temem o aparecimento das máquinas nas cadeias de produção. 8 anos depois, ‘Avatar’ era louvado, e não criticado, por usar a mesma tecnologia tão realista em todo o filme. Como os tempos mudam.

O que Cameron conseguiu fazer foi implementar esta tecnologia num cenário CGI incrivelmente realista. Não nos enganemos, os efeitos visuais de ‘Avatar’ são fabulosos. Mas nunca conheci um filme que só valesse por isso. A história, o argumento, os atores, a fotografia, cada uma destas coisas valem mil vezes mais que os efeitos visuais. Aliás, estes só devem existir para proveito da história, e a história, ou o estilo visual (como é o caso de ‘Sin City’ ou ‘300’), tem que os justificar. Contudo, ‘Avatar’  depende única e exclusivamente dos seus efeitos visuais, quando grande parte da história nem sequer o justifica.
Mas comecemos por analisar a mente criadora deste filme. Quem é Cameron realmente? Na altura em que ‘Avatar’ saiu nos cinemas, as pessoas já nem sabiam quem ele era. Não acredita, caro leitor? Então qual a razão dos posters do filme e o trailer ostentarem a frase ‘do realizador de Titanic’ e não ‘do realizador James Cameron’? Cameron não é um grande autor, nem sequer um grande realizador. Cameron é um realizador de filmes de ação. Tal como Michael Bay, Cameron não tem talento para as cenas intimistas, nem para a escrita de argumentos. Pior ainda, ao contrário de Bay, Cameron escreve os seus próprios argumentos. O que não é bem jogado, visto que muitos deles são de fugir. Estamos  falando de um realizador cujas histórias são na sua maioria todas pontilhadas de clichés, e que só valem pela sua ação. Cameron realizou dois filmes de ação muito bons (T2 e Aliens), um filme de ação cult (Terminator) e três filmes de ação com fracos argumentos (True Lies, Segredo do abismo e, supõe-se, Piranha 2). 

A sua filmografia fica completa com ‘Titanic’, que foi o que se pode chamar ‘um golpe de sorte’. ‘Titanic’ não reflete o estilo de Cameron, é a exceção. E nota-se como Cameron voltou ao seu velho estilo com ‘Avatar’. ´Titanic’ tem muitos pormenores a la Cameron, mas o seu verdadeiro segredo do sucesso esteve no fato de possuir uma fórmula que funciona , ter Leonardo DiCaprio no pico da loucura adolescente dos anos 1990, e claro, no fato de Cameron ser um génio em realizar cenas de ação (neste caso o barco ir ao fundo). Mais que um grande filme, TItanic foi uma moda. O mesmo se passou com Avatar. E é errado assumir que estes são os dois filmes mais rentáveis da história do cinema. Se contarmos com a inflação da moeda, ou os bilhetes vendidos (o que ainda é melhor, visto que que os bilhetes de cinema, mesmo com a inflação, ficaram mais caros), ‘E o vento levou’ é ainda o filme mais visto e rentável de sempre. Para além do mais, foi feito em 1939, numa época em que os filmes demoravam 2 anos a chegar à Europa e ao resto do Mundo, e não havia o marketing nem as estreias simultâneas em bilhões de salas. Mesmo assim, mais gente viu ‘E o vento levou’ nos cinemas que ‘Avatar’. Aliás, ‘Avatar’ e ‘Titanic’ estão bem lá para o fundo da tabela, atrás de filmes como ‘Star Wars’ ou ‘ET’, só para citar alguns, ou até, se considerarmos apenas o mercado americano, ‘101 Dalmatians’. Se quiser números, caro leitor, digo-lhe que ‘Avatar’ rendeu 2.782.275.172 dólares nas salas de cinema mundiais, mas ‘apenas’ 760.507.625 nas americanas. ‘Gone With the Wind’, só nas salas americanas, tendo em conta a inflação, vendeu bilhetes no valor de 1.604.234.330, ou seja, mais de metade do valor que ‘Avatar’ fez  mundialmente. Whatta fuck!!!!

Após ter visto todos os seus filmes, eu tenho a impressão que Cameron não sabe como se fala na vida real. Creio que ele aprendeu a falar nos filmes de ação. Então quando ouvimos o Coronel  dizer, nos primeiros 10 minutos ‘If there is a Hell, you might want to go there for a little R&R after a tour on Pandora’, ou uns soldados a dizer, quando vêem Jake chegar numa cadeira de rodas ‘Oh, boy, meals on wheels’, então sabemos que estamos num bom filme de militares de Cameron, e estamos prontos para uma enxurrada de clichés, e muitas frases que soam bem no papel, mas que quando pronunciadas se tornam completamente tolas.
A primeira meia hora de ‘Avatar’ está cheia deste argumento inconsequente. Aliás, aqui os efeitos especiais eram completamente dispensáveis. Cenários de nave e laboratório serviriam o mesmo propósito, e mais uma vez, tudo o que se passa é para ‘encher linguiça’ O pior de tudo é a narração forçada de Jake, para um suposto ‘diário de bordo’. Tem a capacidade de aparecer quando o filme se torna chato e é preciso ganhar tempo para a próxima cena, embora a narração explique tudo o que o público já sabe. E de novo, as frases que arranham os ouvidos de tão ruins, que trazem à memória os mais belos (leia-se detestáveis) one-liners de Schwarzenneger em ‘True Lies’.

Após 40 minutos que servem para explicar ao público variadas coisas como a tecnologia, ou aquilo que a ‘organização’ procura em Pandora, Jake é enviado com o seu avatar Na’vi para o meio da selva. Aqui começa uma longa série de contradições. Anteriormente ouvimos o Coronel referir-se a Pandora com um inferno. Esteve 3 anos na Nigéria e saiu de lá sem um arranhão. No primeiro dia em Pandora, ficou com os arranhões que agora ostenta no rosto. Mas quem os fez? Após 2 horas de filme percebe-se que planeta mais pacífico que Pandora não parece haver. Povo mais pacífico que os Na’vi não parece haver. Onde está a ameaça de que se fala em Pandora? Porque motivo os militares ainda não destruíram o planeta? Pelo que se vê, bem que o podiam ter aniquilado em 2 dias.  Whatta fuck!!!!
Logo na sua primeira incursão por Pandora, Jake encontra uma espécie de rinoceronte e depois uma espécie de felino. Quase sozinho, com um pau, por pouco não consegue vencer estes dois animais. Quanto mais não faria uma legião inteira de soldados com armas . Os Na’vi também são facilmente aniquilados no primeiro ataque a Home Tree e não têm capacidade de defesa contra os militares. Portanto, onde está a dificuldade de conquista? Os Na’vi ganham a batalha final, é verdade, mas apenas porque são liderados por Jake e este pediu auxílio à mãe natureza. Até esse ponto, não há nada de ameaçador no planeta. Até esse ponto os militares podiam facilmente ter ganho. Porque não o fizeram? Obviamente, porque senão não havia filme. 

Aliás, toda a estratégia dos militares é esquisita. Atacam a Home Tree com sucesso, mas a cena seguinte mostra-os de novo na base. Porque se retiraram? Não era fácil seguir os Na’vi em fuga e aniquilá-los de vez? Não era fácil segui-los e descobrir a localização da árvore da vida para destruir o povo de vez? Exceto nos dois ataques, nunca sinto os Na’vi sobre grande ameaça. Afinal, estão reféns num planeta ocupado por humanos. Mas não parece. Outra coisa: Quando no ataque final, o Coronel mostra a imagem satélite da atividade dos Na’vi. Então se têm um satélite, porque raio precisam de Jake para obter informações no terreno?  E mesmo que não conseguissem captar nada, a verdade é que, se analisarmos bem, Jake não retransmitiu mais nenhuma informação vital desde que foi para a base nas montanhas suspensas. Mesmo assim, os militares esperaram 40 minutos de filme até atacar! Para quê? A resposta a todas estas perguntas é simples. Os militares não atacam para dar tempo de filme a Jake para ter toda a sua iniciação Na’vi, o que é o mesmo que dizer, para poder mostrar efeitos especiais e a natureza selvagem. Os militares atacam ou não atacam para bem do filme, e não para bem deles próprios. Filmes em que as ações dos personagens não são realistas porque estão condicionadas pelo argumento são, muito sinceramente, péssimos filmes.

Agora pense: Eles criam esta tecnologia do Avatar bilionária para fazer com que eles deixem a moradia, mas os militares tomam o lugar em uma cena. Os humanos tem que aprender idiomas e tudo mais,e todo filme é por causa do "unabitanion" , que é um anagrama de "Não Pode ser Obtido". Péssimo. Noutra cena, na primeira incursão como Avatar, Jack foge da sala e sai correndo pelas plantações (numa cena linda), e encontra a doutora (que tem certa animosidade com ele) e é bem!!  recebido pelo avatar dela, já que, claramente, ele esta fazendo algo em desacordo com os procedimentos adotados pela empresa.
O que nos leva aos Na’vi em si. 
Primeiro, falam melhor inglês que muita gente que eu conheço. Só não usam os artigos e os determinantes. Mas sabem usar expressões idiomáticas como ‘copo meio cheio e vazio’ e palavras com mais que 6 sílabas. Se eu disser ‘you othorinolaringologist’ em vez de ‘you are an othorinolaringologist’, isso já quer dizer que sei pouco inglês porque sou um indígena e por isso não consigo dizer ‘are’ embora consiga dizer ‘othorinolaringologist’? Whatta fuck!!!

Depois vem a questão daquilo que são os Na’vi. Em Pandora há exatamente 7 espécies animais. Sim, eu contei-as. Há os Na’vi, uma espécie de rinocerontes, uma espécie de felinos, uma espécie de dragões, uma espécie de pássaros, uma espécie de veados, e uma espécie de libelinhas. Então, de onde surgem estes humanóides? Quer dizer, os humanos andam em 2 patas, têm olhos e narizes e bocas e mãos porque são o resultado de bilhões de anos de evolução, sendo os primatas o principal elo de ligação. Em Pandora não há primatas. Como andam estes Na’vi em duas patas, têm pés e mãos com dedos, olhos, cabelos, ouvidos e narizes em tudo semelhantes aos nossos, apenas maiores? Descenderam diretamente dos dragões?
Se me dissessem ‘deixa de bobeira, isto é só um filme’ eu aceitaria de bom grado e me calaria . Mas um dos motivos pelo qual insisto nisto é por ‘Avatar’ ter sido aclamado como um filme ‘ecológico’ e muito importante para a preservação da natureza e do nosso planeta. Pois bem, no outro dia vi um filme em que um tipo plantava uma árvore. Só aí havia mais de ecológico que nas 2h40min de ‘Avatar’.

Mas que natureza revela Avatar, afinal? Uma natureza cuja ordem natural está toda errada. Para começar as tais 7 espécies animais . Suponho que plantas haja muitas mais, mas é um ecossistema um bocado limitado, não vos parece? Há muitas mais espécies no ‘Senhor dos anéis’ e nunca ninguém lhe chamou um ‘filme ecológico’. Sauron destrói a floresta dos Ents, mas ninguém liga para isso. 
Os Na’vi são guerreiros. Sim, a palavra é ‘guerreiros’, e ‘guerreiros’ não é uma palavra pacífica. Os jovens Na’vi têm iniciações guerreiras. Têm códigos guerreiros. Aprendem a usar armas. Nada disto é pacífico. Se o povo ama tanto a paz e a comunhão, porque treina ‘guerreiros’? Com que intuito? Guerras de clãs? Para além do mais, vivem em comunhão com a natureza mas também têm que comer. Fazer uma oração a um animal que acabaram de matar com uma flecha não os torna menos caçadores. Mataram um animal inferior para o comer. O que os diferencia dos humanos? Os próprios humanos comportavam-se como os Na’vi nos primórdios, até a evolução os obrigar a usar mais e mais flechas e deitar as florestas  para o seu próprio conforto. Os Na’vi, a meu ver, vão pelo mesmo caminho. Se matam uma espécie de veado com uma flecha, daqui a mil anos estão fazendo bem pior. Se os seus jovens têm iniciações guerreiras, em breve haverá discórdias, etc, etc. Os Na’vi são como os humanos eram nos primórdios. Não são puros. Apenas ainda não tiveram tempo para evoluir.

Mas há coisa pior. Tomemos a subjugação da espécie de dragões. Tal como diz Neytiri, Jake tem de os subjugar pela força. O animal terá de tentar matar o ‘dono’ escolhido. Se for bem sucedido, o dono terá um problema grave. Se não for, será seu para sempre. Será seu quê? Escravo! A espécie de dragão é subjugado pela força, e uma vez conectado tem que capitular e servir a vontade do amo. Sem querer, Cameron justifica a essência humana nos Na’vi. Os humanos subjugam primeiro pela força e depois pela compreensão. O mesmo fazem os Na’vi com esta espécie de dragões. O dragão, aparentemente, não quer subjugado, mas depois de o ser não tem mais escolha.
Supostamente, a espécie de dragão e o Na’vi, uma vez unidos, ficam ligados para a vida. Contudo, lá pelas tantas , Jake tenta domar uma espécie de dragão muito maior, o Taruk. Então e a sua ligação com o primeiro dragão? Vai para o caneco? Uma vez domado o Taruk, o dragão anterior de Jake nunca mais aparece. Coitadinho. Deve ter chorado muito. Mais uma vez, um Na’vi tem uma atitude humana. Vai subindo na cadeia dos mais fortes, e descarta quem o ajudou a subir até lá.
E as questões sobrepõem-se. Jake, tal como muitos heróis desde Luke Skywalker, é alguém a quem as coisas acontecem injustificadamente só porque é ‘o escolhido’. A questão é que Skywalker teve que lutar para se conseguir unir à força. Jake, tal como Harry Potter ou o Kung Fu Panda não tem que fazer  esforço. É o escolhido, por isso tudo gira à volta dele, quer ele se esforce quer não. No primeiro dia na selva, é logo levado pela filha do chefe à tribo. Eles sabem que ele não é um deles, mas não se importam, e ensinam-lhe tudo. Muitos humanos, incluindo a personagem de Sigourney Weaver, trabalharam muito por esse privilégio mas nunca o conseguiram. Mas Jake, só porque é Jake, consegue, mesmo sem querer. Mais caricato é o domar do Taruk. Isto nem sequer é uma questão de ele ser ou não o escolhido, ou ele estar ou não predestinado a domar o Taruk (só um ou dois sábios o tinham feito antes). É uma questão de "know how". E um "know how" bem simples. Atacá-lo por cima e juntar as tranças. É tão ridículo que uma pessoa surpreende-se como é que os guerreiros Na’vi nunca pensaram nisso antes. É tão ridículo que uma pessoa pergunta-se se é mesmo verdade. A partir daí o animal subjuga-se a Jake, incondicionalmente. Mais uma vez, inconscientemente, Cameron fala de escravos e donos, e de a raça mais forte domar a mais fraca. Mas o significado que o filme força a esta situação é bem diferente, e aí está a diferença. O que o filme impõe é diferente daquilo que o filme realmente mostra se o analisar para além da superfície.

Já disse que Cameron é fraco a escrever diálogos. Mas o argumento de ‘Avatar’ não fica atrás. Não há uma só ideia original em todo o filme. A história da Pocahontas é a mais saliente, mas todos os filmes de um outsider cujo objetivo é aprender os costumes locais e depois a voltar-se contra o sistema, desde ‘o último Samurai’ a ‘Dança com lobos’, estão bem presentes, sem nenhuma tentativa de disfarce. Cameron até rouba dos seus próprios filmes, mais propriamente de Aliens, em toda a parte dos militares.Inclusive no mecanismo que a atriz usa no final de Aliens é basicamente o mesmo encontrado em Pandora. Pior que tudo, é o plágio, do filme de animação italiano ‘Aida degli alberi’ (2001) . Até o ‘Highlander’ é referenciado, o quickening muito parecido com a relação dos Na’vi com a natureza. Também se  pode chamar ‘a força’de Star Wars!
O ‘Avatar’ é um filme de ação com umas árvores e uns extra-terrestres. E depois? Árvores e extra-terrestres nunca foram suficientes para fazer bons filmes. É preciso algo mais. O filme ‘E.T.’ também tinha extraterrestres e inclusive o E.T. salvava uma planta. Mas nunca ninguém disse que o ‘E.T.’ era um filme ecológico importante para o futuro da humanidade. O ‘E.T.’ é um grande filme. Mas nunca na vida o Cameron vai fazer um filme como o ‘E.T.’. Para isso é preciso ser um grande realizador.
Confesso que achei o filme dos mais bonitos que já vi. Mas assisti na estréia, sessão lotada e eu bem tirei um cochilo. Fui assistir "de novo", pois além de belo, era 3D e.. dormi de novo. Acho que foi por isso que o filme rendeu tanto. As pessoas dormiam e iam ver de novo.



O filme tem duas possibilidades: ou foi escrito por uma criança, ou o roteirista pensa que o público é infantil, e não pode digerir algo complexo. Mais Avatares vem aí, provando minha teoria que James Cameron é limitado. Fez uma pérola (Terminator), e anos a seguir fez o segundo, basicamente uma releitura melhor e turbinada. Plagiou ele mesmo. Aliens continua o que Ridley Scott fez, ou seja, não foi original. Piranha 2, considerado um dos piores filmes do cinema, também continua o Piranha - de 1978  (que por sinal, vem no rastro de "Tubarão"). Segredo do abismo é um filme que parece subestimar nossa capacidade de pensar. True Lies é também uma releitura de um filme chamado La totale. O que nos sobra Titanic, baseado numa história real, e com diversos "Titanics" pela história para ter uma parâmetro (mas este ele não pode continuar , a não ser quer que ele refilme o nefasto "levantem o titanic"). Aí chegamos a Avatar. Quase 3 bilhôes de bilheteria...e aí ele anuncia 3!! continuações. Whatta fuck! Entenda uma coisa caro(a) leitor (a): Deram pouco dinheiro pro cara , e ele fez Piranha 2. Foram aumentando o financiamento e ele chegou em Avatar. Ou seja, algum produtor chegou para ele e disse - "vou te dar muito dinheiro para você enganar todo mundo". E sinto lhes informar que ele conseguiu.


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